Tramita na Câmara dos vereadores de São Paulo um projeto de lei que pretende tornar obrigatório o licenciamento {{e emplacamento}} de Bikes na cidade de São Paulo. Saiba porque apoiar.

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Todos nós sabemos perfeitamente o quanto uma bike pode atrapalhar o trânsito. Sempre tem um sujeito que insiste em se jogar embaixo de um ônibus, só para atrapalhar o bom andamento dos cidadãos.

E depois que um se joga, sempre tem vários que ocupam faixas, dizendo bobagens como “não foi acidente” e outras lamúrias.

Todos sabemos, a rua é lugar de automóvel. É um direito conquistado, não se volta atrás. Uma bike no meio da faixa ocupa o lugar que um carro ocuparia, logo, precisa ter os mesmos deveres que um carro. Qual a celeuma?

Estamos cansados de ver ciclistas desobedecendo as regras de trânsito impunemente. Estão acima da lei? Então, chega de mamata. E para quem acha que não dá para por uma placa na bike, segue um exemplo prático.

{{Crédito da ilustração:{link url=”https://www.facebook.com/masayoshi.b.ninomiya” target=”_blank”} Masa{/link}}}

 

Como podem ver, nada de mais uma placa. E digo mais. A bike deve ser tratada igualzinha a um carro.

Por exemplo, vai estacionar? Precisa parar em locais permitidos. Não parou? Multa.

Vai dirigir bike? Precisa passar no teste do DETRAN, por que não? Sugiro também alguns tipos diferenciados de carteira nacional de habilitação para Bikes. Para diferenciar das autorizações para carros, sugiro a sigla:  Autorização Nacional para Transportes semi-Automotivos {{A.N.T.A.}}.

O sujeito quer ter uma bike e se locomover nas vias de carros? Precisa tirar a sua A.N.T.A. Segue seus tipos

  • A.N.T.A. ‘A’.

Para ciclistas de primeira viagem, que precisam de bicicleta com rodinha. Esta habilitação é mais cara, porque pressupõe que o ciclista atrapalhará mais o tráfego, já que anda com mais dificuldade.

  • A.N.T.A. ‘B’

Para ciclistas com certa experiência, que andam com o que chamamos de Bike comum. Sem rodinhas

  • A.N.T.A. ‘ESPECIALISTA’

Para ciclistas mais experientes, que andam com Bikes Fixas, Speed e outras afins.

Regras para estacionamento:

Fica estabelecido que a bike deve estacionar exatamente como os carros. Devem, portanto, possuir pedal para o apoio.

 

Deverão as bikes se colocar em posição horizontal, assumindo sua posição de veículo, conforme imagem ilustrativa.

{{Crédito da ilustração:{link url=”https://www.facebook.com/masayoshi.b.ninomiya” target=”_blank”} Masa{/link}}}

 

Zona Azul

Fica também estabelecido que o ciclista deve pagar o dobro em zona azul. A lógica é simples, como ele está ocupando o lugar sacro de um automóvel, paga 1 vez. E como ele é, em si, um veículo, paga outra vez.

E não pense que a solução é complexa. Veja como é de simples solução:

{{Crédito da ilustração:{link url=”https://www.facebook.com/masayoshi.b.ninomiya” target=”_blank”} Masa{/link}}}

 

A fitinha do Bomfim não é obrigatória, é apenas uma sugestão. Sorte nunca é demais.

 

Também acho que toda bike deve passar pelo controle de emissão de gases. O ciclista passaria por uma verificação minuciosa sobre sua emissão de gases tóxicos, posto que, todos sabemos, a flatulência é uma questão de saúde pública e destrói camadas de ozônio.

O blog repudia todas as ações contrárias ao nobre vereador Adilson Amadeu (PTB) {{cujos contatos são: telefone: (0xx11) 3396-4628 ; Fax: (0xx11) 3396-3967 e E-mail: [email protected]}}, autor do projeto de lei.

Injustamente acusado de agir em causa própria, só porque, mera coincidência, ele é dono de um despachante.